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Júri absolve acusados de matar jovem em jogo RPG
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Topic Started: 06/07/2009 - 01:35 pm (531 Views)
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Dark_Yamatoman
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06/07/2009 - 01:35 pm
Post #1
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Júri absolve acusados de matar jovem em jogo de RPG em Ouro Preto
Publicada em 05/07/2009 às 16h57m Wagner Gomes, O Globo
SÃO PAULO - Os quatro acusados de matar Aline Soares em Ouro Preto, cidade histórica de Minas Gerais, foram absolvidos. O julgamento acabou às 5h15m deste domingo no fórum da cidade, depois de quatro dias. Segundo os jurados, não há provas suficientes de que os réus sejam os responsáveis pelo crime. Por ser uma decisão de 1ª instância, cabe recurso. Para a promotora Luíza Helena Fonseca, nenhum dos acusados apresentou álibi durante os debates.
A jovem foi morta em outubro de 2001 em um ritual envolvendo um jogo de RPG. O corpo dela foi encontrado em cima de um túmulo do cemitério da Igreja Nossa Senhora das Mercês. A estudante estava sem roupa, com os braços abertos e os pés cruzados, como se tivesse sido crucificada. Havia 17 perfurações pelo corpo. Todas feitas por uma faca.
Foram acusados pela morte Edson Poloni Lobo de Aguiar, Cassiano Inácio Garcia, Maicon Fernandes Lopes e Camila Donabela Silveira, que é prima da vítima. Os jurados se reuniram por cerca de 45 minutos antes de dar o veredicto. A sentença foi anunciada pela juíza Lúcia de Fátima Magalhães Albuquerque Silva.
O julgamento começou na última quarta-feira , 1º de julho. As testemunhas de acusação e de defesa foram ouvidas nos primeiros dias. Os debates começaram no sábado às 14h05m e só foram encerrados às 04h50m dessa madrugada, depois da réplica e a tréplica entre promotoria e defesa. O ponto mais controverso do debate girou em torno de um artigo do Código Penal que determina que a acusação dê detalhes do crime e da participação de cada pessoa. Segundo o Tribunal de Justiça, os advogados dos quatro réus disseram que esses elementos não estavam contidos na denúncia do Ministério Público e também não foram apresentados durante os debates. Já a acusação apontou contradições nos interrogatórios.
A sentença foi bastante comemorada pelos quatro acusados, que temiam pegar uma pena de 30 anos de prisão, se fossem considerados culpados. Edson Poloni foi o único que admitiu conhecer detalhes sobre os jogos de RPG , inclusive sobre como funciona a dinâmica desses games. Ele chorou em alguns momentos do interrogatório e fez questão de impedir que os jornalistas gravassem o depoimento. O julgamento chegou a ser interrompido por cinco minutos porque Edson Poloni identificou que uma câmera estava ligada no momento em que ele falava. A prima da vítima, Camila Dolabela, também admitiu conhecer o jogo, mas disse que brincava apenas pela internet. No jogo, os participantes interpretam seus personagens dentro de uma determinada história, como se eles fossem atores.
A mãe da estudante prestou depoimento na quinta-feira. Nervosa e bastante emocionada, ela não conseguiu falar em alguns momentos. Além dela, outros dois irmãos e uma tia da vítima foram ouvidos. Nesse dia, houve confusão antes do recomeço do julgamento. Na porta do fórum da cidade, o advogado de defesa de Camila Dolabella, prima da vítima, agrediu um jornalista que tentava fotografar a jovem.
Os três rapazes acusados pelo crime moravam em uma república, onde Aline ficou hospedada com a prima e com uma amiga para participar de uma festa. Na denúncia, aceita pela Justiça em 2004, a promotora Luísa Helena Trócilo Fonseca destacou que os suspeitos eram usuários de drogas. A prisão preventiva do grupo foi decretada dois anos depois pelo Tribunal de Justiça, que alegou crueldade do crime. Mas os suspeitos acabaram soltos depois.
Os acusados haviam convidado uma turma de hippies, que estava acampada perto do cemitério, para uma festa no dia 13, um dia antes do crime, mas nenhum deles estava na república. Naquele mesmo dia, um vigia do cemitério encontrou um túmulo violado, parecendo estar preparado para algum enterro. Ele registrou uma ocorrência e tampou o túmulo. Para a polícia, eles tentaram acobertar o crime tirando cartazes do jogo RPG do quarto, lavando as roupas usadas e limpando um dos cômodos com cloro. O MP acusou os três rapazes de ameaçarem testemunhas.
http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2009/0...o-756666949.asp
Como absolvem pessoas que fazem uma coisa horrivel dessas? @n!
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rockman-x
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06/07/2009 - 03:13 pm
Post #2
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Irregular Hunter of Holy Light
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É só aqui mesmo... "Brasil.... Meu brasil brasileiro..."
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Red Comet
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06/07/2009 - 03:15 pm
Post #3
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Hate is nothing new...
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Eu fico pensando no júri Que tipo de júri é esse? Escrotice /o\
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ShadowVegetto
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06/07/2009 - 06:22 pm
Post #4
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XD
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É só aqui mesmo... "Brasil.... Meu brasil brasileiro..."
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Eu fico pensando no júri Que tipo de júri é esse? Escrotice /o\
Comentários toscos, hein?
São escolhidas pessoas comuns para fazer parte do juri, representado a opinião da população. Se eles decidiram absolvê-los, digamos que foi "a vontade do povo". Além do mais, eles não decidem do nada, é passada todas as informações da investigação para que os jurados fiquem cientes da situação.
Condenar alguém não é brincadeira, mesmo parecendo a situação ser óbvia (kso nardoni koeh/). Querendo ou não precisa ser investigado, mesmo que o caso pareça óbvio. Se no resultado final ficou demostrado a falta de provas, é melhor inocentá-los mesmo. No direito há o princípio que caso haja alguma dúvida, favoreça o réu, pois é melhor um bandido solto do que um inocente preso. O bandido pode ser caputado, a vida do inocente, não.
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K.M.
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06/07/2009 - 06:38 pm
Post #5
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Acordei...
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Shadow Vegetto: E se forem encontradas provas posteriores ao jugamento, a promotoria pode recorrer?
Acho isso um absurdo =/
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Sinistrus
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06/07/2009 - 07:07 pm
Post #6
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The Crimson Nightmare
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- K.M.
- Jul 6 2009, 06:38 PM
Shadow Vegetto: E se forem encontradas provas posteriores ao jugamento, a promotoria pode recorrer?
Acho isso um absurdo =/
POde e deve. Mas há sempre de se questionar a validade de provas reveladas anos após o primeiro julgamento.
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Marcelo Hikari
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06/07/2009 - 07:48 pm
Post #7
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Mesmo q eles tenham sido absolvidos, a vida deles acabou...
E acabou mesmo, olhe, com o peso desse julgamento, arranjar um emprego ou qualquer otra coisa q exija uma ficha limpa vai ser muito dificl para eles.
Entao, mesmo q eles tenham sido absolvidos, eles jah eram...
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Bass
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06/07/2009 - 09:59 pm
Post #8
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Servbot
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Acho que não terá acabado se acharem provas que definitivamente não foram eles o.o Não tem porque não contratar alguem que foi inocentado; Agora se foi realmente acusado, ficou encarcerado e talz, aí é complicado. (pode ferrar tambem o fato de eles serem acusados de serem usuarios de drogas)
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Sinistrus
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06/07/2009 - 10:12 pm
Post #9
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The Crimson Nightmare
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- Marcelo Hikari
- Jul 6 2009, 07:48 PM
Mesmo q eles tenham sido absolvidos, a vida deles acabou...
E acabou mesmo, olhe, com o peso desse julgamento, arranjar um emprego ou qualquer otra coisa q exija uma ficha limpa vai ser muito dificl para eles.
Entao, mesmo q eles tenham sido absolvidos, eles jah eram...
Fosse em um país desenvolvido eu concordaria, mas no Brazil? Pff...
Já trabalhei em uma meia dúzia de lugares, e sabe quantos pediram para conferir o meu histórico criminal? Nenhum. Sendo que um dos primeiros empregos q eu tive foi em em uma Assembléia Legislativa. Se eu fosse um assassino, ia ter muito deputado morto a essa altura do campeonato, porque meu trabalho consistia em fazer manutenção nas máquinas que os próprios utilizavam em suas respectivs mesas.
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ShadowVegetto
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06/07/2009 - 11:04 pm
Post #10
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- Jul 6 2009, 06:38 PM
Shadow Vegetto: E se forem encontradas provas posteriores ao jugamento, a promotoria pode recorrer?
Acho isso um absurdo =/
POde e deve. Mas há sempre de se questionar a validade de provas reveladas anos após o primeiro julgamento.
Olha, não lembro como funciona caso apareça novos detalhes após o transito em julgado de um processo criminal. Vou rever aqui o que é possível, pois agora me fugiu da cabeça.
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Sinistrus
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06/07/2009 - 11:34 pm
Post #11
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The Crimson Nightmare
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- Jul 6 2009, 06:38 PM
Shadow Vegetto: E se forem encontradas provas posteriores ao jugamento, a promotoria pode recorrer?
Acho isso um absurdo =/
POde e deve. Mas há sempre de se questionar a validade de provas reveladas anos após o primeiro julgamento.
Olha, não lembro como funciona caso apareça novos detalhes após o transito em julgado de um processo criminal. Vou rever aqui o que é possível, pois agora me fugiu da cabeça.
Pelo que me lembro dos tempos que fazia direito (sim, sou um desistente uhauhaah), a promotoria deve recorrer sim, e tem direito de fazê-lo em todas as instâncias, caso o réu seja absolvido novamente. É o esquema de um proceso comum, porém, convenhamos...as coisas não são tão bonitas na prática...e alguns desses processos costumam levar ma vida inteira.
Eu tinha até uma sátira aqui, que era uma carta de m advogado sobre um processo que durou 10 anos, sendo que em seu fim o réu já estava morto. O advogado desenhou um bolinho com 10 velas ao fim do documento uhauhauha
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Golden Dragon
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06/07/2009 - 11:50 pm
Post #12
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- Jul 6 2009, 06:38 PM
Shadow Vegetto: E se forem encontradas provas posteriores ao jugamento, a promotoria pode recorrer?
Acho isso um absurdo =/
POde e deve. Mas há sempre de se questionar a validade de provas reveladas anos após o primeiro julgamento.
Olha, não lembro como funciona caso apareça novos detalhes após o transito em julgado de um processo criminal. Vou rever aqui o que é possível, pois agora me fugiu da cabeça.
Pelo que me lembro dos tempos que fazia direito (sim, sou um desistente uhauhaah), a promotoria deve recorrer sim, e tem direito de fazê-lo em todas as instâncias, caso o réu seja absolvido novamente. É o esquema de um proceso comum, porém, convenhamos...as coisas não são tão bonitas na prática...e alguns desses processos costumam levar ma vida inteira. Eu tinha até uma sátira aqui, que era uma carta de m advogado sobre um processo que durou 10 anos, sendo que em seu fim o réu já estava morto. O advogado desenhou um bolinho com 10 velas ao fim do documento uhauhauha
eu jah li uma piada em q um moleque, filho do advogado chefe de um escritório, depois de formado trabalha no tal escritório e pra mostrar serviço já foi logo tentando resolver os problemas.
Dai chega todo feliz pro pai dizendo assim:
- Papai, akele processo que estava arrastando há 10 anos, finalmente consegui resolver tudo muito rápido.
Dai o pai dele o olha furioso e lhe dá um tapa na cara, gritando furioso:
- Seu retardado, como vc acha que ganhamos a vida nos ultimos 10 anos?
huAHuAHAHuAHuaHhAhAUhaUhAUhAUhAUHHA
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Lanford
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07/07/2009 - 12:05 am
Post #13
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Monstra
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- Jul 6 2009, 06:22 PM
São escolhidas pessoas comuns para fazer parte do juri, representado a opinião da população. Se eles decidiram absolvê-los, digamos que foi "a vontade do povo". Além do mais, eles não decidem do nada, é passada todas as informações da investigação para que os jurados fiquem cientes da situação.
Condenar alguém não é brincadeira, mesmo parecendo a situação ser óbvia (kso nardoni koeh/). Querendo ou não precisa ser investigado, mesmo que o caso pareça óbvio. Se no resultado final ficou demostrado a falta de provas, é melhor inocentá-los mesmo. No direito há o princípio que caso haja alguma dúvida, favoreça o réu, pois é melhor um bandido solto do que um inocente preso. O bandido pode ser caputado, a vida do inocente, não.
Minha mãe já foi chamada pra ser juri popular algumas vezes, pelo que ela me conta parece ser tão legal, mas eu nunca fui... Em vez disso, preferem ficar me chamando pra ser mesária e eu odeio isso
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Sinistrus
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07/07/2009 - 12:19 am
Post #14
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The Crimson Nightmare
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- Lanford
- Jul 7 2009, 12:05 AM
- ShadowVegetto
- Jul 6 2009, 06:22 PM
São escolhidas pessoas comuns para fazer parte do juri, representado a opinião da população. Se eles decidiram absolvê-los, digamos que foi "a vontade do povo". Além do mais, eles não decidem do nada, é passada todas as informações da investigação para que os jurados fiquem cientes da situação.
Condenar alguém não é brincadeira, mesmo parecendo a situação ser óbvia (kso nardoni koeh/). Querendo ou não precisa ser investigado, mesmo que o caso pareça óbvio. Se no resultado final ficou demostrado a falta de provas, é melhor inocentá-los mesmo. No direito há o princípio que caso haja alguma dúvida, favoreça o réu, pois é melhor um bandido solto do que um inocente preso. O bandido pode ser caputado, a vida do inocente, não.
Minha mãe já foi chamada pra ser juri popular algumas vezes, pelo que ela me conta parece ser tão legal, mas eu nunca fui... Em vez disso, preferem ficar me chamando pra ser mesária e eu odeio isso
Eu já tive de assistir a vários...e não é nada legal.
Passam 5 horas dando voltas e voltas sobre uma ou duas frases...eh repetitivo, maçante, em suma, chato bagarai =/
Agora se fosse direito nos EUA eu concordaria. Os julgamentos lá tem toda uma formalidade que deixa a coisa extremamente estilosa. Sem falar que o nível da coisa é outro, não se encontram muitos analfabetos funcionais no meio jurídico de lá, pelo que fiquei sabendo.
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Lanford
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07/07/2009 - 12:44 am
Post #15
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Monstra
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- Jul 6 2009, 06:22 PM
São escolhidas pessoas comuns para fazer parte do juri, representado a opinião da população. Se eles decidiram absolvê-los, digamos que foi "a vontade do povo". Além do mais, eles não decidem do nada, é passada todas as informações da investigação para que os jurados fiquem cientes da situação.
Condenar alguém não é brincadeira, mesmo parecendo a situação ser óbvia (kso nardoni koeh/). Querendo ou não precisa ser investigado, mesmo que o caso pareça óbvio. Se no resultado final ficou demostrado a falta de provas, é melhor inocentá-los mesmo. No direito há o princípio que caso haja alguma dúvida, favoreça o réu, pois é melhor um bandido solto do que um inocente preso. O bandido pode ser caputado, a vida do inocente, não.
Minha mãe já foi chamada pra ser juri popular algumas vezes, pelo que ela me conta parece ser tão legal, mas eu nunca fui... Em vez disso, preferem ficar me chamando pra ser mesária e eu odeio isso
Eu já tive de assistir a vários...e não é nada legal. Passam 5 horas dando voltas e voltas sobre uma ou duas frases...eh repetitivo, maçante, em suma, chato bagarai =/ Agora se fosse direito nos EUA eu concordaria. Os julgamentos lá tem toda uma formalidade que deixa a coisa extremamente estilosa. Sem falar que o nível da coisa é outro, não se encontram muitos analfabetos funcionais no meio jurídico de lá, pelo que fiquei sabendo.
Mas poxa, são histórias de assassinatos, eu pago pra ver histórias como essas nos jogos de mistérios como Gyakuten Saiban ou Hotel Dusk, é tudo tão... interessante, não pode ser de tudo chato como você diz T_T~
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